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O processo de colonização do território que compõe o município de Mãe do Rio começou no final da década de 1950, estando indiretamente ligado à construção da Rodovia Belém-Brasília com o nome de km 48, pertencente ao Municipio de Irituia, que obteve a sua emancipação atravez da Lei Estadual n°. 6.456/88 do dia 11 de maio de 1988.

No final do ano de 1959, Sr Bruno Antonio Chaves, o nome mais importantes da região, na época, chegou na área onde está assentada a sede municipal, trazendo um grupo de doze pessoas, que vieram de Irituia e fizeram o trajeto a pé, seguindo a demarcação da futura Belém-Brasília, em meio à mata semi-derrubadalocalidade  

A efetivação da Belém-Brasília trouxe mais gente à localidade que evoluiu, muitas famílias se estabeleceram no lugar que recebeu o nome de Mãe do Rio, graças ao curso d`água que corta a sede da localidade. O primeiro comércio do lugar foi uma quitanda, do Sr. Rosa. A primeira rua foi a Jurupeba, que definiu efetivamente a povoação de Mãe do Rio, em 1962. O processo de emancipação iniciou na gestão de José Leônidas Oliveira, prefeito de Irituia.

O município de Mãe do Rio foi criado pela Lei Estadual nº 5.456, de 11 de maio de 1988, com área desmembrada de Irituia. A instalação ocorreu em 1º de janeiro de 1989, primeiro prefeito, Sr. Silas Freitas de Souza.

O nome da cidade é referência ao curso d`água que, nos remete a duas definições: igarapé que recebe águas dos afluentes ou de outros igarapés menores; a uma lenda amazônica, a Boiúna (do tupi mboy`una: cobra preta), mito hídrico de origem ameríndia, simbolizado por enorme e voraz serpente escura, capaz de tomar a forma de qualquer embarcação e, mais raramente, de uma mulher, mãe d`água.

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